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Parceiros do projeto Design Inclusivo durante a visita ao Centro de Convivência Antônio Diogo em Redenção.

 

Para discutir a produção de calçados para pessoas com deficiências causadas pela hanseníase e outras condições, parceiros e executores do projeto Design Inclusivo se reuniram no Centro de Convivência Antônio Diogo (CCAD) na sexta-feira, 22. Foram debatidos os avanços do projeto, materiais a serem utilizados, a necessidade de revitalização dos espaços, bem como a sustentabilidade do projeto.


As instituições que se unem ao sonho da NHR Brasil e do CCAD, antiga colônia para pessoas com hanseníase no Ceará, são o curso de Design de Moda da Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Centro de Órtese e Prótese de Fortaleza (CEPROF). Os objetivos são promover acessibilidade ortopédica e desenvolver ações para gerar emprego e renda, capacitando sapateiros com habilidades em calçados adaptados.

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“A visita possibilitou a todos vislumbrar a dimensão e o impacto do projeto, não somente para os participantes desta etapa, mas também para os que serão alcançados com o desdobramento dos resultados a serem gerados”, relata Fernanda Martins, coordenadora externa do projeto e professora do curso de Design de Moda. A iniciativa também é coordenada pelas professoras Araguacy Filgueiras e Socorro Araújo.


Também estiveram presentes no encontro profissionais de saúde da fisioterapia, ortopedia, estomaterapia (especialista em tratamento de feridas crônicas e agudas) e representantes da Pró-Reitoria de Extensão da UFC, da Liga Acadêmica de Doenças Estigmatizantes (LADES/UFC) e dos municípios de Maracanaú e Redenção.