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A hanseníase pode ser curada se tratada a tempo. Mas lidar com as marcas do preconceito pode ser ainda mais difícil.

O estigma na hanseníase pode prejudicar a procura pelos serviços de saúde e retardar o diagnóstico e o tratamento. Além das dificuldades para o controle da doença, os efeitos causam sofrimento emocional para as famílias atingidas. Ansiedade ou depressão são alguns dos problemas enfrentados por quem vivencia alguma forma de estigma ou discriminação por causa da hanseníase.

Em alusão ao Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, celebrado neste ano em 27 de janeiro, a NHR Brasil se une à mensagem da Federação Internacional de Associações de Combate à Hanseníase (ILEP) para combater o estigma e a discriminação de pessoas atingidas pela doença.

Além de mostrar que o preconceito existe, refletimos também sobre os caminhos para que ele seja superado: conscientizar, promover inclusão social, fortalecer a participação das pessoas atingidas pela hanseníase nas comunidades e lutar pela garantia dos direitos à saúde e à dignidade.